Comportamentos estranhos em tempos de quarentena…

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EDIÇÃO NRO. 1 – 23 DE MARÇO DE 2020

Li por aí que o pessoal que mora em Paris não está levando muito a sério a ideia de ficar em casa. Na mesma notícia, havia a afirmação que há 3 tipos de pessoas no tocante à obediência das medidas de combate: os 25% que respeitam o que é pedido; ou 25% opostos, que “não estão nem aí pra isso tudo” e os 50% que ficam no meio do caminho, esperando pra ver o que acontece antes de tomar a decisão. Eu acho que faço parte do primeiro grupo.

A pia do banheiro já me chama pelo nome, tamanha é a frequência das com que tenho lavado as mãos. Quando vejo um dispenser de álcool gel sinto que deixo escapar um sorrisinho de satisfação e me lambuzo.

Hoje eu lavei meu celular. Enquanto lavava as mãos, fiquei ali, olhando para aquele porta-vírus portátil e não resisti. Confesso que o insight me deu uma alegria marota.

Recebi umas moedas outro dia e hoje, como bom neurótico, misturei detergente e água quente e deixei tudo de molho. Prometo que não vou fazer a piada-clichê sobre lavagem de dinheiro.

As notas não sei se posso lavar (mas ao escrever isso, fiquei curioso em saber que cor ficaria a água depois do banho). Para contornar o problema, desenterrei um ferro de passar roupa e passei todas as minhas notas. Sei que aquele papo de matar vírus tomando chá quente é fake news, mas acho que o calor do ferro da conta do recado. Se não der certo, pelo menos as notas estão esticadinhas, lindas e elegantes.

Tenho resistido ao impulso de lavar mouse, notebook e controles remoto…


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